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Cormier recebe US$ 1 milhão no UFC 214, o dobro da bolsa de Jon Jones

Novo campeão peso-meio-pesado recebe "apenas" US$ 500 mil e não tem bônus por vitória. Tyron Woodley também leva US$ 500 mil, e Cris Cyborg, US$ 200 mil

Jon Jones saiu do Honda Center, em Anaheim (EUA), no último sábado com o cinturão do peso-meio-pesado do UFC, mas foi seu adversário, Daniel Cormier, quem levou “o ouro” para casa. Apesar de ter sido derrotado por nocaute técnico no terceiro round da luta principal do UFC 214, DC foi de longe o atleta mais bem pago do evento: o americano recebeu US$ 1 milhão (R$ 3,1 milhões) por sua participação, o dobro do que arrecadou o homem que o venceu.

Daniel Cormier provoca Jon Jones durante o UFC 214: ex-campeão teve a maior bolsa do evento (Foto: Getty Images)

De acordo com o site “MMA Junkie”, que obteve com a Comissão Atlética do Estado da Califórnia (CSAC, na sigla em inglês) os valores pagos pelo Ultimate aos atletas, Cormier teve direito a uma bolsa fixa de US$ 1 milhão. Jon Jones, que o nocauteou para retomar o cinturão do qual fora destituído em 2015, também tinha bolsa fixa, sem bônus de vitória, mas no valor de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,6 milhão), metade do que o adversário recebeu.

O valor recebido por Jones foi também o mesmo que o campeão dos pesos-meio-médios, Tyron Woodley, arrecadou por sua vitória sobre Demian Maia no coevento principal. O brasileiro levou para casa US$ 110 mil (cerca de R$ 344,7 mil) pela derrota na disputa do título. Já a brasileira Cris Cyborg, coroada nova campeã peso-pena ao vencer Tonya Evinger por nocaute técnico no terceiro round, recebeu US$ 200 mil (R$ 626,7 mil), valor fixo, sem bolsa de vitória.

Os valores não incluem deduções com impostos, seguro e licenças. Também não incluem os bônus de performance e de vestiário pagos pelo UFC, nem as taxas de patrocínio pagas pelo fornecedor oficial de uniformes da companhia, a Reebok. Tampouco inclui a participação que os lutadores no topo do card recebem na venda de pacotes de pay per view.