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Falha? J.César se defende e culpa gramado irregular; Abel fala em “gol espírita”

Goleiro do Fluminense explica lance do gol do Nova Iguaçu no Maracanã: "As condições do gramado estavam muito ruins. É notória a mudança da trajetória da bola"

A temporada segura e de poucos gols sofridos de Júlio César teve um capítulo negativo neste domingo, na vitória do Fluminense por 2 a 1 sobre o Nova Iguaçu, pela 5ª rodada da Taça Rio. Aos 21 minutos do 2º tempo, Caio Cezar cobrou falta, o goleiro se posicionou para fazer a defesa, mas a bola bateu em seus joelhos e sobrou para Iuri Pimentel fazer o gol.

Após a partida, Júlio César se defendeu. Disse que foi traído pelo gramado irregular do Maracanã. O estádio teve a grama retirada para shows e ficou o mês inteiro de fevereiro sem receber jogos. Após o replantio, reabriu para o futebol neste domingo.

– Sou uma pessoa bem resolvida. Quando falho, não tenho problema algum em assumir meus erros, mas infelizmente o gramado me prejudicou e muito. É notória a mudança da trajetória da bola. As minhas mãos estavam posicionadas para a altura que a bola vem, mas quando a bola quica, ela muda totalmente a trajetória. Eu não defendo a bola. Ela bate no meu joelho e dá o rebote. Aí depois fica difícil. Você tenta reagir, tenta abafar… Situação complicada, chata. Não gostaríamos de sofrer um gol assim. Mas, infelizmente, o gramado me prejudicou e muito – explicou.